
Em meio a discursos e formalidades, a cerimônia desta quarta-feira (26), no Teatro Pedro Calmon, revelou um lado pouco visível do serviço público: o de quem chega primeiro quando a crise bate. 305 civis e militares receberam a Medalha da Defesa Civil do Distrito Federal, uma honraria que simboliza não apenas reconhecimento institucional, mas o peso de atuar nos momentos em que a rotina vira urgência.

A entrega da medalha, conduzida pelo subsecretário da Defesa Civil, coronel Sandro Gomes Santos da Silva, reuniu autoridades dentre eles o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar e o deputado distrital Roosvelt Vilela (PL).Além de servidores e representantes da sociedade civil. Mas o protagonismo, ali, estava nas histórias de atuação em cenários de risco, como alagamentos, deslizamentos e outras situações que exigem resposta imediata.
Sobre a Medalha
Criada em 2000, a honraria funciona como um selo público para quem transforma estrutura em ação concreta. Não se trata apenas de um reconhecimento simbólico: a medalha representa a linha de frente de um trabalho que mistura técnica, rapidez e, sobretudo, capacidade de lidar com o impacto humano das tragédias.

Ao discursar, o coronel Sandro Gomes resumiu o espírito da atuação: servir, segundo ele, é estar presente quando a população mais precisa, muitas vezes em meio à dor, à perda e à incerteza. A fala reforça o papel da Defesa Civil como ponte entre o desastre e a resposta do Estado.
“Cada iniciativa da Defesa Civil, seja na prevenção de desastres, seja no apoio às pessoas em situação de vulnerabilidade, é sustentada pela confiança da sociedade. Esse reconhecimento é coletivo e reforça o valor do trabalho de cada servidor”, afirmou.
Esse trabalho, no entanto, não é feito sozinho. A lista de homenageados revela uma engrenagem coletiva que envolve agentes da segurança pública, profissionais da saúde, líderes comunitários, voluntários e representantes de diferentes setores. É essa articulação que permite que a resposta aconteça com rapidez e que vidas sejam preservadas.
Mais do que uma cerimônia anual, a honraria cumpre um papel essencial: lembrar que, por trás de cada atendimento emergencial, existe pessoas preparadas para agir no limite e que é justamente ali, no momento mais crítico, que o serviço público mostra seu valor mais concreto.
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